Alimentos protetores

Tomate e licopeno: O licopeno (pigmento vermelho do tomate) tem efeito antioxidante e pode inibir o crescimento de células prostáticas. Tomate cozido com azeite de oliva aumenta a biodisponibilidade.
Crucíferas: Brócolis, couve-flor, repolho contêm sulforafano, com propriedades anticancerígenas em estudos laboratoriais.
Peixe: Ômega-3 do salmão, sardinha e atum tem efeito anti-inflamatório associado a menor risco.

Alimentos a moderar

Evidências associam maior risco com:
Gorduras saturadas: Carnes processadas, laticínios integrais em excesso.
Carne vermelha em excesso: Especialmente carnes processadas (embutidos).
Cálcio em excesso: Suplementos de cálcio em doses elevadas foram associados a maior risco em alguns estudos.

Dieta mediterrânea e câncer de próstata

O padrão alimentar mediterrâneo — rico em azeite de oliva, vegetais, frutas, grãos integrais, peixe e legumes — está consistentemente associado a menor mortalidade por câncer de próstata em estudos populacionais.

Tem dúvidas sobre este tema?

O Dr. Guilherme Palitot pode avaliar seu caso de forma personalizada — presencial em Recife ou por teleconsulta.

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Dúvidas Frequentes

Perguntas Frequentes

Vitamina D protege contra câncer de próstata?+
Estudos observacionais associam deficiência de vitamina D a maior risco de câncer de próstata agressivo. Porém, ensaios clínicos de suplementação não demonstraram benefício consistente na prevenção. Manter níveis adequados (>30ng/mL) é razoável para saúde geral.
Álcool aumenta o risco?+
O álcool não é um fator de risco bem estabelecido para câncer de próstata, diferentemente de outros cânceres. Consumo moderado (até 1 dose/dia) parece neutro. O excesso de álcool prejudica a saúde de forma geral.
Dieta pode substituir o tratamento médico?+
Não. A dieta é uma medida complementar — não substitui rastreamento, diagnóstico e tratamento adequados. Homens diagnosticados com câncer de próstata devem seguir o tratamento médico indicado.